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13 de fevereiro de 2021

Instituto da Fiocruz realiza segundo dia de envase de lotes da vacina Oxford/AstraZeneca produzida no Brasil

Diretor de Bio-Manguinhos, Maurício Zuma, conversa com a imprensa antes do início de processo de envasamento de vacinas. — Foto: Henrique Coelho/ G1



O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realiza neste sábado (13) o segundo dia do envasamento de lotes de vacinas contra a Covid-19 produzidas no Brasil pela instituição, fabricadas em parceria com a Oxford/ AstraZeneca. No primeiro dia, nesta sexta-feira (12) foram envazadas 200 mil doses da vacina.


O diretor do Instituto, Maurício Zuma, explicou que o processou começou na segunda-feira (9), com o início do descongelamento do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), e que na sexta-feira começou a formulação do lote que será envasado neste sábado (13).


"Isso é muito importante para a gente, é como se fosse um bebê, estamos tendo o maior cuidado, todo o nosso pessoal mais experiente para que dê tudo certo", comparou Zuma.

Depois da etapa que se encerra neste sábado, começa a ser feita a produção dos três lotes de validação, com 350 mil doses cada, para comprovar que Bio-Manguinhos possui capacidade de produção.


Com a vacinação no Rio garantida apenas até terça-feira (16), Zuma disse que está preocupado, mas que o processo na Fiocruz não pode ser adiantado.


"Existem determinados passos que a gente não pode pular, exatamente para garantir a segurança e a qualidade da vacina. Estamos fazendo tudo que está ao nosso alcance para acelerar a entrega de vacinas no menor prazo possível. Depois que a produção encaixar, isso vai acabar", afirmou.


De acordo com o cronograma da Fiocruz, a primeira etapa de envase da vacina pode chegar a até 700 mil doses diárias, se todos os insumos estiverem disponíveis. A ideia é atingir esta marca no mês de março.


Como a vacina é envasada

Nesta etapa, o líquido da vacina entra no frasco transparente, que é fechado para a próxima fase, com três lotes de validação, prevê a produção de 350 mil doses em cada um, chegando a 1,05 milhão de doses.


Até o dia 19 de março, a Fiocruz prevê a primeira entrega para o Ministério da Saúde: 1 milhão de doses da vacina de Oxford produzidas no Brasil.


Depois disso, a capacidade de envase da produção da Fiocruz está prevista para aumentar para até 1,3 milhões de doses por dia. A incorporação tecnológica para a produção está programada para ser iniciada em abril e consolidada no segundo semestre.

Laboratório do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) onde vacinas são envasadas — Foto: Douglas Lima/ TV Globo

G1 Rio

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